O tempo passa, os números aumentam, a minha paciência perde força.
De complacente o nosso amigo relógio não tem nem as palavras, o tiquetaquear dos ponteiros gritam que amanhã nós não seremos nem um dia mais novos, pelo contrário.
E quem encontrar o teu sangue nas paredes não vai chorar pela tua alma.
Vai caçar a minha.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Cada olhar que eu te der,
é uma jura de amor eterno.
Roubar um pedaço de ti, pra compartilhar de todos esses momentos, alimentar essa minha paixão por lembranças. Não satisfeita com as minhas, eu quero as tuas, os teus pequenos lapsos de felicidade, e o conforto de não te conhecer totalmente, essa distancia física e moral dá a essa gana de ter uma pequena parte de você comigo uma bela pitada de aventura. Sem contar aquele pedacinho pequeno de mim que esconde essa paixonite por você e pelo tom gostoso e despreocupado que você dá a cada uma de nossas conversas, revelando uma parte qualquer da sua vida, significativa ou não, essa parte de você me distrairá pelos próximos dias, até que você possa encher a minha mente com mais uma avalanche de ideias. Ah, ela se sentiria mais do que satisfeita com um pedaço teu.
Pra se afogar na tua ilusão de liberdade, e se perder nas tuas explicações homéricas sobre o mundo, e nas tuas manias de garoto suburbano. E gostar, de cada pedaço.
Roubar um pedaço de ti, pra compartilhar de todos esses momentos, alimentar essa minha paixão por lembranças. Não satisfeita com as minhas, eu quero as tuas, os teus pequenos lapsos de felicidade, e o conforto de não te conhecer totalmente, essa distancia física e moral dá a essa gana de ter uma pequena parte de você comigo uma bela pitada de aventura. Sem contar aquele pedacinho pequeno de mim que esconde essa paixonite por você e pelo tom gostoso e despreocupado que você dá a cada uma de nossas conversas, revelando uma parte qualquer da sua vida, significativa ou não, essa parte de você me distrairá pelos próximos dias, até que você possa encher a minha mente com mais uma avalanche de ideias. Ah, ela se sentiria mais do que satisfeita com um pedaço teu.
Pra se afogar na tua ilusão de liberdade, e se perder nas tuas explicações homéricas sobre o mundo, e nas tuas manias de garoto suburbano. E gostar, de cada pedaço.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Self destruction.
Jogue seu coração fora.
Um pouco das tuas vísceras também.
É, em qualquer uma dessas ruas escuras. Arranque de você tudo que possa te fazer pensar duas vezes antes de correr qualquer risco. Tire de você qualquer traço de tristeza também, me disseram que isso é luxo, e nós não temos tempo pra isso, de qualquer jeito.
Tire suas roupas também. Você fica linda sem elas, eu tenho que te dizer. Eu e você celebraremos isso em um beco qualquer, mais tarde. Escolha um desses copos, aliás, escolha também abdicar de tudo que você sente ou já sentiu.
Você se sente anestesiada, agora.
Aquele formigamento gostoso, te dá vontade de rir sem parar, não dá? É como se tuas pernas não fossem aguentar o peso do teu corpo enquanto você tenta andar desengonçada. Então você se senta em qualquer lugar, e tudo fica colorido. E feliz.
Ah, como o gosto da felicidade é doce. Mesmo sintético, é doce. Doce como nenhuma das porcarias feitas de chocolate e açúcar que você compra nessas vendas infestadas de baratas.
É um doce diferente, é um doce com gosto de esquecimento. É a tua amnésia temporária e esporádica, o teu controle sob ti mesma.
Só mais alguns instantes de veneno.
O final é o mais gostoso. É quando você fica na linha entre o que você realmente vê, e o que você acha que está vendo. A confusão aqui chega a ser mais gostosa que os planos que você tem pra mais tarde comigo, não é? Talvez o melhor dos nossos planos seja o som da tua risada, acho que é o som mais verdadeiro que eu já ouvi nos últimos anos. Aliás, você é a coisa mais verdadeira que eu encontrei nos últimos anos. Apesar da personalidade densa.
E misteriosa.
Desculpe por esquecer dessa parte, falha minha. Misteriosa. Puta que pariu, como você é misteriosa. E é linda. O maior problema que já tive. Tão acostumada com a sujeira desse jogo. Eu ainda descubro de onde você tira tanto encanto. Eu ainda descubro. Juro.
Um pouco das tuas vísceras também.
É, em qualquer uma dessas ruas escuras. Arranque de você tudo que possa te fazer pensar duas vezes antes de correr qualquer risco. Tire de você qualquer traço de tristeza também, me disseram que isso é luxo, e nós não temos tempo pra isso, de qualquer jeito.
Tire suas roupas também. Você fica linda sem elas, eu tenho que te dizer. Eu e você celebraremos isso em um beco qualquer, mais tarde. Escolha um desses copos, aliás, escolha também abdicar de tudo que você sente ou já sentiu.
Você se sente anestesiada, agora.
Aquele formigamento gostoso, te dá vontade de rir sem parar, não dá? É como se tuas pernas não fossem aguentar o peso do teu corpo enquanto você tenta andar desengonçada. Então você se senta em qualquer lugar, e tudo fica colorido. E feliz.
Ah, como o gosto da felicidade é doce. Mesmo sintético, é doce. Doce como nenhuma das porcarias feitas de chocolate e açúcar que você compra nessas vendas infestadas de baratas.
É um doce diferente, é um doce com gosto de esquecimento. É a tua amnésia temporária e esporádica, o teu controle sob ti mesma.
Só mais alguns instantes de veneno.
O final é o mais gostoso. É quando você fica na linha entre o que você realmente vê, e o que você acha que está vendo. A confusão aqui chega a ser mais gostosa que os planos que você tem pra mais tarde comigo, não é? Talvez o melhor dos nossos planos seja o som da tua risada, acho que é o som mais verdadeiro que eu já ouvi nos últimos anos. Aliás, você é a coisa mais verdadeira que eu encontrei nos últimos anos. Apesar da personalidade densa.
E misteriosa.
Desculpe por esquecer dessa parte, falha minha. Misteriosa. Puta que pariu, como você é misteriosa. E é linda. O maior problema que já tive. Tão acostumada com a sujeira desse jogo. Eu ainda descubro de onde você tira tanto encanto. Eu ainda descubro. Juro.
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